PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    Cabe-te

    descabido | adj.

    Que não tem cabimento ou razão de ser....


    desazado | adj.

    Que não tem cabimento ou não é oportuno....


    escolado | adj.

    Que tem esperteza ou experiência....


    Relativo a catedral (ex.: cabido catedralício, museu catedralício)....


    A.E.I.O.U. | sigla

    Sigla da legenda simbólica da casa imperial da Áustria....


    arregaçada | n. f.

    Quantidade que cabe no regaço....


    chapeirada | n. f.

    Porção que pode caber num chapéu....


    cónega | n. f.

    Religiosa de cabido regular....


    cónego | n. m.

    Clérigo que pertence a um cabido....


    chávena | n. f.

    Recipiente com uma pega, onde se serve leite, chá ou qualquer outra bebida....


    pele | n. f.

    Membrana que forma a superfície externa do corpo dos animais....


    sabido | adj. | n. m. pl.

    Conhecido....


    xícara | n. f.

    Pequeno recipiente para tomar chá ou outra bebida (ex.: o café era servido em xícara de porcelana)....


    cabidela | n. f.

    Conjunto formado pelas extremidades e miudezas de aves....


    assintota | n. f.

    Linha reta disposta em relação a uma ramificação infinita de curva, de modo que a distância de um ponto da curva a esta reta tende para zero quando o ponto se afasta indefinidamente sobre a curva....


    manojo | n. m.

    Molho ou porção que cabe na mão....


    manolho | n. m.

    Molho ou porção que cabe na mão....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.