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    ABRANDASTES-ME

    desescalada | n. f.

    Paragem ou abrandamento após uma subida ou aumento rápido e progressivo (ex.: desescalada de preços; desescalada de violência)....


    emoliente | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem a propriedade de fazer amolecer....


    quebra-molas | n. m. 2 núm.

    Pequena elevação de terreno ou faixa com relevo, feita ou colocada numa estrada, para provocar abrandamento na velocidade dos veículos....


    lombada | n. f.

    Lomba prolongada....


    Abrandamento ou redução da inflação....


    calmeiro | adj. | n. m.

    Diz-se da embarcação que navega com pouco vento....


    demulcente | adj. 2 g. n. 2 g. | n. m.

    Que ou o que abranda ou amacia....


    lenição | n. f.

    Ato ou efeito de lenir ou de suavizar....


    Ato ou efeito de lenificar ou de suavizar....


    adoçado | adj.

    Que se adoçou; que tem açúcar ou adoçante....


    cinese | n. f.

    Resposta de um ser vivo a estímulos externos com aceleração ou abrandamento de movimentos....


    béquico | adj. | n. m.

    Que abranda a tosse, geralmente facilitando a expetoração....


    abrandar | v. tr. | v. intr.

    Tornar brando, suavizar, afrouxar, mitigar....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?