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    traindo

    Que encerra traição, traiçoeiro; aleivoso....


    chibarro | n. m.

    Pequeno bode castrado....


    perfídia | n. f.

    Qualidade do que é pérfido....


    sobressalto | n. m.

    Assalto repentino, acometimento imprevisto....


    crocodilagem | n. f.

    Ato ou comportamento desonesto, falso....


    engano | n. m.

    Ato ou efeito de enganar....


    judas | n. m. 2 núm.

    Traidor ou falso amigo....


    ursada | n. f.

    Traição ou mau procedimento (sobretudo da parte de amigo)....


    cilada | n. f.

    Emboscada armada a pessoa a quem se engana para a atrair a ela....


    emboscada | n. f.

    Espera para atacar de improviso quem passa....


    entrega | n. f.

    Ato de entregar....


    xavier | n. f. | n. m. | adj. 2 g.

    Variedade de manga trazida da Índia....


    cabrão | n. m.

    Macho da cabra....


    contramina | n. f.

    Caminho subterrâneo para descobrir a mina do inimigo....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
    Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?