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    Pesquisa nas Definições por:

    simularas

    ficto | adj.

    Que se fingiu ou simulou....


    blefe | n. m.

    Jogo de cartas que pretende impressionar e iludir o adversário, levando-o à desistência....


    tanatose | n. f.

    Estratégia de alguns animais que consiste em simular a morte, geralmente para enganar um predador ou uma presa....


    finta | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente fingindo avançar por um lado, para seguir pelo outro....


    efeito | n. m.

    O que resulta de uma causa (ex.: efeitos colaterais)....


    aparte | n. m.

    O que um ator diz simulando falar consigo ou como se só fosse ouvido pelo público....


    tirocínio | n. m.

    Primeiro ensino ou primeira formação....


    vilosidade | n. f.

    Qualidade do que é viloso....


    Capacidade de certos animais para simular a morte, geralmente como defesa em relação aos predadores....


    fantástico | adj. | n. m.

    Que não tem realidade e só existe na imaginação (ex.: criaturas fantásticas; ser fantástico)....


    patomimia | n. f.

    Necessidade mórbida de simular uma doença ou um sintoma, que pode ir até à automutilação....


    realidade | n. f.

    Qualidade do que é real....


    fita | n. f.

    Ato de fingir (ex.: aquilo é fita)....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?