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    estertor

    arranco | n. m.

    Ato de arrancar....


    cirro | n. m.

    Estertor traqueal....


    paroxismo | n. m. | n. m. pl.

    O maior grau de intensidade de uma doença ou período em que os sintomas são mais agudos ou intensos....


    rala | n. f.

    Parte mais grossa do trigo moído....


    última | n. f. | n. f. pl.

    Notícia muito recente....


    ralo | n. m.

    Estertor....


    agonia | n. f. | n. f. pl.

    Última luta contra a morte....


    sarrido | n. m.

    Dificuldade de respiração....


    singulto | n. m.

    Contração espasmódica do diafragma acompanhada de um ruído particular, produzido pela passagem do ar na glote....


    sororoca | n. f.

    Peixe semelhante à cavala....


    estertor | n. m.

    Ruído anormal na respiração ouvido na auscultação (ex.: estertor bilateral; estertor crepitante; murmúrio vesicular normal, sem estertores)....


    fervor | n. m.

    Ato de ferver....


    Diz-se da respiração cujo ruído é semelhante ao da água que ferve....


    Ato ou efeito de estertorar ou emitir estertor....


    bibasilar | adj. 2 g.

    Que é relativo às duas bases de um órgão duplo, geralmente os pulmões (ex.: crepitações bibasilares; estertores bibasilares; radiografia torácica com opacidades bibasilares)....


    estentor | n. m.

    Pessoa que tem a voz muito forte....


    vasca | n. f. | n. f. pl.

    Grande convulsão; ânsia excessiva....



    Dúvidas linguísticas


    A minha dúvida reside no plural de corrimão. Andei a investigar e encontrei tanto corrimãos como corrimões como formas correctas. Queria saber se realmente é assim, e se alguma delas é mais correcta e a outra foi mais vulgarizada pelo povo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?