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    devais-mas

    ancado | adj.

    Doença dos cavalos que consiste numa forte contração dos tendões....


    anemófilo | adj.

    Diz-se das plantas em que a disseminação do pólen se faz por intermédio do vento, para as distinguir das entomófilas, que devem a fecundação à visita dos insetos....


    cedo | adv.

    Antes da hora (em que a coisa se deve realizar)....


    coletável | adj. 2 g.

    Que pode ou deve ser coletado....


    cônscio | adj.

    Que tem conhecimento do que deve fazer ou de como deve agir....


    deveras | adv.

    Verdadeiramente; realmente; muito; em alto grau....


    enântico | adj.

    Relativo ao aroma do vinho....


    Em condições de ser entregue; que se deve restituir....


    exato | adj.

    Certo; em que não há erro, omissão, fraude, etc....


    folgado | adj.

    Que tem ou tem tido folga, descanso ou pouco trabalho....


    imundo | adj.

    Que apresenta sujidade....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se a palavra real admite duas formas de plural: réis e reais, assim como mel, temos: méis e meles?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?