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    brusca

    sacádico | adj.

    Diz-se de um movimento brusco e rápido (ex.: movimento ocular sacádico)....


    ab-rupto | adj.

    Que tem grande declive ou inclinação....


    arremetida | n. f.

    Subida brusca de uma aeronave prestes a aterrar e que ganha altitude para fazer nova tentativa de aterragem (ex.: o comandante teve de realizar uma arremetida). [Equivalente no português de Portugal: borrego.]...


    furta | n. f.

    Movimento brusco e lateral do cavalo, para evitar um obstáculo....


    repelido | adj. | n. m.

    Que se repeliu....


    arrancadela | n. f.

    Ato de arrancar de uma só vez....


    amuo | n. m.

    Manifestação de enfado, de ressentimento ou de mau humor que se revela por gestos e palavras bruscos, por um silêncio obstinado ou por evitar contacto visual....


    borrego | n. m.

    Subida brusca de uma aeronave prestes a aterrar e que ganha altitude para fazer nova tentativa de aterragem (ex.: o borrego pode ser usado como manobra de segurança). [Equivalente no português do Brasil: arremetida.]...


    Aquilo que passa por várias mudanças bruscas ou extremas durante um curto período de tempo, fazendo lembrar essa diversão (ex.: aquele relacionamento era uma montanha-russa; viver uma montanha-russa de emoções)....


    ráptus | n. m. 2 núm.

    Impulso violento e brusco que pode levar um doente a um ato violento....


    paralogia | n. f.

    Transformação brusca de uma palavra, por demora do pensamento....


    popa | n. f.

    Parte posterior do navio, que se opõe à proa....


    reviralho | n. m.

    Mudança política brusca ou no sentido da oposição; reviravolta política....


    viragem | n. f.

    Alteração brusca de um estado, condição, etc. para outro....


    cabriolice | n. f.

    Mudança brusca de opinião, partido, posição....


    fechada | n. f.

    Ato ou efeito de um veículo se colocar de forma brusca e perigosa à frente de outro, colocando em risco a normal circulação de veículos....


    cavitação | n. f.

    Fenómeno de formação de bolhas ou cavidades num líquido submetido a mudanças bruscas de pressão....


    Substância orgânica do grupo das catecolaminas, produzida pelas glândulas suprarrenais, que desempenha funções de hormona ou de neurotransmissor, influenciando a ansiedade, o sono e a alimentação e que é administrada em casos de reanimação cardíaca ou de hipotensão brusca....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?