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    Pesquisa nas Definições por:

    TIRÁRAMOS-TO

    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    apodengado | adj.

    Que tira a podengo ou se lhe parece....


    cavadiço | adj.

    Que se tira da terra, cavando-a....


    chofrado | adj.

    Que recebeu tiro ou pancada de chofre....


    concludente | adj. 2 g.

    Que conclui ou leva a uma conclusão....


    desabitado | adj.

    Com as voltas que a amarra tem tiradas na abita....


    Diz-se da pipa ou do tonel a que se tiraram arcos....


    Que reconhece o seu antigo erro....


    destorcido | adj.

    Que se destorceu; a que se tirou a tortuosidade....


    desedificante | adj. 2 g.

    Perversor; desmoralizador; que tira a crença religiosa....


    destampado | adj.

    A que se tirou o tampo ou os tampos....


    devassante | adj. 2 g.

    Que tira ou faz devassa....


    escarolado | adj.

    Tirado do carolo; esbagoado....


    ilativo | adj.

    Que tira ilação....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?