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    Pesquisa nas Definições por:

    TEIMARAM

    pequice | n. f.

    Ato ou dito de peco....


    perro | adj. | n. m.

    Que não desliza ou cujo normal funcionamento oferece resistência ao movimento....


    nhurra | n. f.

    Teimosia, teima, birra....


    teima | n. f.

    Ato ou estado de quem repete ou mantém uma afirmação, uma ação ou um comportamento, sem desistir ou aceitar recusa....


    teiró | n. f. | n. m.

    Peça da rabiça do arado que tem mão no dente....


    tamanca | n. f.

    Tamanco baixo, de entrada larga....


    obstinação | n. f.

    Ato ou estado de pessoa que se obstina....


    turrão | adj. n. m.

    Que ou aquele que turra....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?