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    Pesquisa nas Definições por:

    Repassarem-Mo

    passento | adj.

    Que pode ser repassado por um líquido ou que o embebe facilmente....


    repasse | n. m.

    Ato ou efeito de repassar....


    cortar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Separar ou dividir por meio de instrumento cortante....


    repassar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Passar de novo; penetrar....


    ungir | v. tr.

    Untar com substância oleosa....


    impregnar | v. tr. e pron.

    Fazer absorver ou absorver um líquido (ex.: a substância vai impregnar o filtro de papel; o tecido impregnou-se de óleo)....


    cravo | n. m.

    Prego de ferradura....


    penetrar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Entrar em, transpor, passar para dentro....


    transir | v. tr. | v. intr.

    Passar através de ou para dentro de....


    repasso | n. m.

    Ato ou efeito de repassar (ex.: é normal haver um pequeno repasso de sangue no penso no local operado)....


    remolhar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Molhar de novo....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?