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    recompensaste

    meritório | adj.

    Digno de louvor ou de recompensa....


    recíproco | adj.

    Que se dá ou faz em recompensa de coisa equivalente....


    autogratificante | adj. 2 g.

    Que dá gratificação ou recompensa a si próprio....


    juro | n. m.

    Rendimento de dinheiro emprestado....


    medalha | n. f.

    Peça de metal com efígie ou emblema gravado....


    paga | n. f.

    Ato ou efeito de pagar....


    pensão | n. f.

    Renda que se paga vitaliciamente ou por determinado tempo a alguém, ao abrigo de determinado regime jurídico ou como recompensa de serviços (ex.: pensão de invalidez; pensão de reforma; pensão vitalícia)....


    renda | n. f.

    Quantia paga regularmente pelo locatário de uma casa ou propriedade ao seu proprietário....


    soldada | n. f.

    Salário de criados, marinheiros, etc....


    espórtula | n. f.

    Quantia em dinheiro que se dá a alguém como recompensa, para além do pagamento do serviço prestado....


    estipêndio | n. m.

    Recompensa pecuniária por um serviço....


    gasosa | n. f.

    Bebida refrigerante saturada de ácido carbónico....


    emolumento | n. m. | n. m. pl.

    Aquilo que se ganha....


    gruja | n. f.

    Quantia em dinheiro que se dá a alguém como recompensa, para além do pagamento do serviço prestado....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se a palavra real admite duas formas de plural: réis e reais, assim como mel, temos: méis e meles?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.