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    queimadas

    incruado | adj.

    Diz-se do roçado cuja queima não foi completa....


    queimante | adj. 2 g.

    Que queima, picante....


    turícremo | adj.

    Que queima incenso; que incensa....


    urente | adj. 2 g.

    Que queima (ex.: dor urente)....


    arraigota | n. f.

    Tronco seco ou raiz para queimar....


    arroteia | n. f.

    Terreno agora cultivado, mas que antes era maninho ou inculto....


    chamusco | n. m.

    Queima do que se passa rapidamente por uma chama....


    facho | n. m.

    Vegetação seca facilmente inflamável nas queimadas....


    fachuco | n. m.

    Archote, molho de palha para queimar....


    ardido | adj. | n. m.

    Que foi consumido pelo fogo; que ardeu (ex.: a área ardida deste ano é superior à do ano passado)....


    queimódromo | n. m.

    Espaço ou recinto onde são realizadas as queimas das fitas universitárias e as festas a elas associadas (ex.: a banda animou o queimódromo na noite passada)....


    sideromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro pela observação da queima de palhas numa barra de ferro em brasa; praticante de sideromancia....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


    A ouvir o noticiário surgiu-me uma dúvida: pode dizer-se muita pouca gente? Ou deve dizer-se muito pouca gente? Ou não se junta muito com pouco? É ridículo, mas não consigo chegar a uma conclusão.