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    Pesquisa nas Definições por:

    Praxa-Ma

    Que não é regulado por lei ou praxe, mas só depende do critério ou vontade....


    formalidade | n. f.

    Condição necessária para certos atos ou documentos se poderem executar ou serem válidos....


    formalismo | n. m.

    Observação rigorosa das formalidades ou praxes....


    fórmula | n. f.

    Forma prescrita ou de praxe....


    praxismo | n. m.

    Conjunto de praxes; acatamento de praxes....


    praxeologia | n. f.

    Estudo da atuação e do comportamento humano....


    conveniente | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que convém....


    praxista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que é versada nos costumes e práticas do foro ou aferrada às práticas da etiqueta....


    praxante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem é conhecedor ou praticante de praxe académica....


    praxar | v. tr.

    Submeter a praxe, nomeadamente a académica....


    regular | adj. 2 g. | n. m.

    Conforme às regras ou leis....


    praxe | n. f.

    Uso estabelecido; prática habitual (ex.: nestes casos, manda a praxe que se exija documentos comprovativos da compra do imóvel)....


    trotar | v. intr. | v. tr.

    Andar a trote (ex.: os cavalos trotam no prado)....


    trote | n. m.

    Andadura do cavalo e de certos quadrúpedes, entre o passo ordinário e o galope (ex.: diminuiu o ritmo e passou a trote)....


    extraparlamentar | adj. 2 g.

    Que não pertence ao parlamento ou que acontece fora do parlamento (ex.: luta extraparlamentar; partido político extraparlamentar)....


    Relativo a praxista ou a praxe académica (ex.: prática praxística; rituais praxísticos)....


    etiqueta | n. f.

    Cerimonial da corte....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?