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    Pesquisa nas Definições por:

    Parir-Mos

    multíparo | adj.

    Que pare ou pode parir mais de um filho de um só parto....


    parida | adj. f.

    Que pariu recentemente....


    parideiro | adj.

    Que está em idade de parir (ex.: fêmea parideira)....


    secundípara | adj. f.

    Diz-se da fêmea que pariu pela segunda vez....


    trípara | adj. f.

    Que já pariu três vezes (fêmea)....


    pari passu | loc.

    Acompanhando de perto as ações de alguém ou o desenvolvimento de alguma coisa....


    Corresponde à lei de Talião e equivalente a "olho por olho, dente por dente", "pagar na mesma moeda" ou "amor com amor se paga"....


    almalha | n. f.

    Toura nova ainda não parida....


    paridura | n. f.

    O mesmo que paridela....


    parideira | n. f.

    Fêmea em idade de parir....


    sulpiciano | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente à Companhia dos Padres de São Sulpício, sociedade de vida apostólica masculina, fundada em Paris no século XVII....


    gobelim | n. m.

    Tapeçaria rica fabricada em Paris....


    paridade | n. f.

    Qualidade do que é par....


    paridela | n. f.

    Ato ou efeito de parir....


    pariseta | n. f.

    Planta da família das liliáceas....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?