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    Pesquisa nas Definições por:

    PROCURAVAS-TA

    axípeto | adj.

    Que procura o centro....


    barroneira | adj. f.

    Diz-se da porca que procura o porco....


    comparado | adj.

    Confrontado; parecido; semelhante....


    lampeiro | adj.

    Que nasce ou surge antes do tempo....


    Relativo à pedagogia (ex.: método pedagógico)....


    Relativo ou pertencente a procurador ou a procuração....


    quisto | adj.

    Aceite; estimado; amado; querido....


    zetético | adj.

    Relativo à zetética ou aos processos de investigação da razão e da natureza das coisas....


    sarado | adj.

    Que sarou; que se encontra de boa saúde ou restabelecido....


    A fome tem obrigado muita gente ao atropelo do direito e da justiça, e a procurar ações censuráveis ou indignas ou que ofendem terceiros....


    Frase com que na França, após a morte do rei, se proclamava o novo monarca «rei morto, rei posto»; usa-se, por extensão, para aludir à ingratidão dos homens, que, logo após a queda de um senhor, de um chefe, o esquecem e procuram outro....


    grudento | adj.

    Que gruda ou cola (ex.: as mãos estão grudentas)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?