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    Pesquisa nas Definições por:

    PENSARAM

    absorto | adj.

    Que se absorveu....


    Que vem a propósito ou em relação a algo falado, pensado ou tratado (ex.: ele tem um humor sempre apropositado; observação apropositada)....


    biforme | adj. 2 g.

    Que tem duas formas....


    cogitativo | adj.

    Ocupado a cogitar ou pensar....


    Que exprime desejo ou vontade (ex.: pensamento desiderativo, posição desiderativa)....


    estabanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    estavanado | adj.

    Que tem pouco juízo ou pensa pouco nas consequências....


    Relativo a filósofo ou a filosofia....


    frénico | adj.

    Relativo ou pertencente ao diafragma....


    Que medita ou pensa muito profundamente....


    mórfico | adj.

    Relativo à forma ou às manifestações externas do pensamento ou do sentimento....


    pensante | adj. 2 g.

    Que pensa; que é capaz de pensar....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    sazonado | adj.

    Maduro, amadurecido....




    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?