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    PECAMOS-MOS

    imaculado | adj.

    Que não tem mácula, pecado ou falha....


    petisseco | adj.

    Peco; murcho; entanguido....


    imaculatismo | n. m.

    Doutrina religiosa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, mãe de Jesus, que, segundo o dogma católico, foi concebida sem pecado....


    lapso | n. m. | adj.

    Ato de escorregar; escorregadela....


    pequice | n. f.

    Ato ou dito de peco....


    culpa | n. f.

    Falta voluntária contra o dever; omissão; desleixo....


    peso | n. m.

    Qualidade do que é pesado....


    hamartia | n. f.

    Erro cometido pelo protagonista de uma tragédia, que origina a peripécia; erro trágico....


    hamartofobia | n. f.

    Medo patológico da falha ou do pecado....


    hamartoma | n. m.

    Tumor caracterizado por uma mistura anormal de tecidos....


    contrição | n. f.

    Dor profunda por ter cometido pecado....


    peco | n. m. | adj.

    Mal que causa o estiolamento das plantas....




    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Na frase «O sentinela era um jovem soldado sem nome.» está correctamente aplicado o artigo definido masculino singular «O», ou deverá antes aplicar-se o artigo definido feminino «A» precedendo o nome «sentinela»? Em diferentes textos, surgem as duas diferentes formas, o que me levou a aperceber-me de uma vacilação de género; qual a preferível? E em relação a «ordenança» (enquanto soldado)?