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    Pesquisa nas Definições por:

    OUSÁRAMOS-TO

    agalhudo | adj.

    Esforçado; forte; audacioso, ousado....


    Que pode ser arremesado, arrojado....


    areado | adj.

    Coberto de areia....


    ousado | adj.

    Arrojado, atrevido (a boa e a má parte)....


    marrento | adj.

    Que tem marra, coragem ou ousadia....


    audaz | adj. 2 g.

    Que tem audácia ou impulso para realizar atos difíceis ou perigosos (ex.: jogador audaz)....


    empresa | n. f.

    Especulação industrial ou mercantil....


    ousadia | n. f.

    Ação ou qualidade de ousado....


    pelo | n. m.

    Prolongamento filiforme que cresce na pele dos animais e em algumas partes do corpo humano....


    arrojado | adj. | n. m.

    Que se arremessou ou arrojou....


    descarado | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem não mostra pudor ou vergonha....


    bolado | adj.

    Que se bolou....


    ousio | n. m.

    Ousadia....


    ausio | n. m.

    O mesmo que ousio....


    audacioso | adj.

    Que tem audácia ou impulso que leva a realizar atos difíceis ou perigosos (ex.: mulher audaciosa)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?