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    Pesquisa nas Definições por:

    MORARA-LHAS

    daninho | adj.

    Que causa danos ou estragos....


    murado | adj.

    Que tem muro; rodeado de muro....


    Segundo aconselha Santo Ambrósio, devemo-nos conformar com os costumes do país em que nos achamos; equivalente a "por onde vás, assim como vires, assim farás"....


    dano | n. m.

    Estrago; prejuízo....


    ortofrenia | n. f.

    Arte de corrigir as tendências morais ou intelectuais....


    remédio | n. m.

    Qualquer substância de que se faz uso para combater doenças ou indisposições físicas; medicamento....


    repúblico | adj. | n. m.

    Relativo aos interesses da comunidade, de todos os cidadãos....


    cultura | n. f.

    Ato, modo ou efeito de cultivar....


    herói | n. m.

    Pessoa de grande coragem ou autora de grandes feitos....


    mansão | n. f.

    Residência, morada....


    moreto | n. m.

    Casta de uva preta....


    mora | n. f.

    Tempo decorrido além de determinado momento....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?