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    Pesquisa nas Definições por:

    MELHORÁRAMOS-MOS

    Que se aperfeiçoou ou tornou mais perfeito....


    cruzante | adj. 2 g.

    Diz-se da raça que, pelo seu cruzamento com outra, a melhora....


    Virgílio dizia haver tirado algumas pérolas do esterco de Énio, para se desculpar de lhe haver apanhado alguns dos seus melhores versos....


    Muitas coisas em poucas palavras (ex.: os melhores escritores são os que sabem dizer multa paucis)....


    Muitas coisas em poucas palavras (ex.: os melhores escritores são os que sabem dizer multum in parvo)....


    medrado | adj.

    Que se desenvolveu ou medrou....


    ideia | n. f.

    Representação que se forma no espírito....


    prótese | n. f.

    Figura que consiste em juntar uma letra ou uma sílaba no princípio de uma palavra (como em arruído por ruído)....


    escrete | n. m.

    Equipa formada por um grupo de atletas selecionados por serem considerados os melhores ou os mais aptos (ex.: escrete canarinho)....


    fisiatria | n. f.

    Ramo da medicina que estuda a reabilitação ou o melhoramento de funções em pessoas com deficiências físicas ou doenças incapacitantes....


    Ação de atualizar ou de se atualizar....


    dope | n. m.

    Substância ilegal ministrada a um atleta ou competidor para alterar o seu desempenho ou condição física....


    optimacia | n. f.

    Conjunto ou classe dos optimates....


    optimate | n. m.

    Aristocrata da Roma antiga....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?