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    MARMELINHO

    bandolina | n. f.

    Líquido viscoso, aromatizado, geralmente feito com pevides de marmelo, e que se emprega para lustrar e fixar o cabelo....


    miba | n. f.

    Coração do marmelo com as pevides....


    melacotão | adj. n. m.

    Diz-se de ou variedade de pêssego de cor amarelada, de polpa compacta e rija, aderente ao caroço....


    melocotão | adj. n. m.

    Diz-se de ou variedade de pêssego de cor amarelada, de polpa compacta e rija, aderente ao caroço....


    maracotão | adj. n. m.

    Diz-se de ou pêssego que é fruto do maracoteiro, de cor amarelada, de polpa compacta e rija, aderente ao caroço....


    geleia | n. f.

    Extrato mucilaginoso de frutas ou carnes que, pelo resfriamento, adquire consistência branda e tremulante....


    marmelo | n. m.

    Fruto do marmeleiro....


    marmeleiro | n. m.

    Árvore (Cydonia oblonga) da família das rosáceas, originária da Ásia cujo fruto é o marmelo....


    troça | n. f.

    Primeira aguardente do bagaço....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?