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    INSTRUIU-MA

    amestrado | adj.

    Ensinado, doutrinado, instruído, adestrado. (Diz-se não só das pessoas, mas também dos animais como ensino especial.)...


    Relativo a instrução (ex.: debate instrutório)....


    Ter pretensões de instruir alguém sobre um assunto que já domina; ensinar o pai-nosso ao vigário....


    culto | adj.

    Que se lavrou ou plantou....


    hetaira | n. f.

    Cortesã elegante e instruída na antiga Grécia....


    hetera | n. f.

    Cortesã elegante e instruída na antiga Grécia....


    heterista | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo às heteras ou cortesãs instruídas....


    instrutivo | adj. | n. m.

    Que instrui (ex.: conversas instrutivas; documentário instrutivo)....


    lido | adj. | n. m.

    Que se leu ou se lê (ex.: infelizmente, é um romancista pouco lido)....


    instrução | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de instruir....


    instruendo | n. m.

    Pessoa que recebe instrução....


    iliterato | adj. n. m.

    Que ou quem é pouco instruído e tem pouca cultura literária....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?