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    FRISAREMOS

    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    arquitrave | n. f.

    Parte do entablamento entre o friso e o capitel da coluna....


    cartucho | n. m. | adj.

    Cone de papel ou cartão para transportar diversos produtos, como géneros de mercearia ou afins....


    entablamento | n. m.

    Conjunto de arquitrave, friso e cornija....


    hipertírio | n. m.

    Espécie de cornija ou de friso acima do alizar, nas portas dóricas....


    timpanilho | n. m.

    Peça que segura as frisas do prelo....


    bigudi | n. m.

    Pequena haste metálica, geralmente envolta em couro, em redor da qual as mulheres enrolam o cabelo para o frisarem....


    cornija | n. f.

    Ornato que assenta sobre um friso....


    métopa | n. f.

    Intervalo quadrado entre os tríglifos do friso dórico....


    zoóforo | n. m.

    Nome antigo do friso do entablamento ornado outrora de cabeças de animais....


    frisado | n. m. | adj.

    Feitio de cabelo encrespado artificialmente....


    frisagem | n. f.

    Operação de frisar....



    Dúvidas linguísticas


    Existe a palavra veterotestamentário?


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.