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    Pesquisa nas Definições por:

    FINGEM-LHO

    afetante | adj. 2 g.

    Que afeta ou finge o que não é....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    bifronte | adj. 2 g.

    Que tem duas caras....


    circeu | adj.

    Enganoso; fingido....


    corado | adj.

    Que tem boas cores no rosto; afogueado; tostado....


    dúplice | adj. 2 g.

    Multiplicado por dois....


    doble | adj. 2 g.

    Que se apresenta em dobro....


    encouchado | adj.

    Encolhido; acanhado; metido em casa, fingindo-se doente....


    fingidiço | adj.

    Fictício; fingido; falso; hipócrita....


    ficto | adj.

    Que se fingiu ou simulou....


    refalsado | adj.

    Que não mostra sinceridade (ex.: zelo refalsado)....


    Suposto, atribuído falsamente a alguém....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?