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    Pesquisa nas Definições por:

    Encarnaste-To

    alacrado | adj.

    Tirante a encarnado....


    encarnador | n. m.

    Artífice que encarna esculturas....


    encarne | n. m.

    Ato ou efeito de encarnar....


    galcónia | n. f.

    Planta aquática, de folhas delgadas e flores encarnadas....


    solferino | n. m.

    A cor escarlate ou entre encarnado e roxo....


    piranga | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Que tem cor vermelha....


    brasilete | n. m.

    Espécie de pau-brasil....


    espiritismo | n. m.

    Doutrina dos que creem que podem ser evocados os espíritos dos mortos....


    versejote | n. m.

    Figo preto redondo, encarnado por dentro....


    avatar | n. m.

    Na teogonia bramânica, cada uma das encarnações de um deus, especialmente de Vixnu, segunda pessoa da trindade bramânica....


    cizirão | n. m.

    Leguminosa trepadeira de flores encarnadas....


    corrá | n. m.

    Fruta encarnada, odorífera e medicinal....


    florente | adj. 2 g. | n. m.

    Que está em flor....


    frígio | adj. | n. m.

    Relativo ou pertencente à Frígia, região da Ásia Menor, correspondente a um território que hoje pertence à Turquia....


    encarnar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar forma humana a....


    incarnar | v. tr., intr. e pron.

    O mesmo que encarnar....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?