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    Pesquisa nas Definições por:

    EXPORTES-TAS

    saca | n. f.

    Ação de sacar....


    sacada | n. f.

    Ato de levar géneros ou mercadorias de uma para outra parte....


    tirada | n. f.

    Ação de tirar (ex.: a tirada do sal era um trabalho muito duro)....


    bugia | n. f.

    Fêmea do bugio....


    bugio | n. m.

    Designação comum às espécies de primatas....


    obriga | n. f.

    Obrigação....


    Ação de reimportar o que tinha sido exportado....


    graneleiro | adj. | adj. n. m.

    Relativo à carga a granel (ex.: exportação graneleira; terminal graneleiro)....


    FOB | adj. 2 g. 2 núm.

    Que inclui no preço da mercadoria todas as despesas de transporte e seguro até ao local de embarque (ex.: valor FOB; venda FOB; preços FOB; exportações FOB)....


    Qualidade do que é exportável ou do que se pode exportar....


    ferrocromo | n. m.

    Liga de ferro e cromo (ex.: exportação de ferrocromo)....


    contingenciar | v. tr.

    Fixar contingentes à exportação ou à importação....


    exportar | v. tr.

    Mandar ou transportar para outro país ou região (ex.: exportar produtos industriais)....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?