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    Pesquisa nas Definições por:

    ESTAIS

    abalado | adj.

    Que sofreu comoção....


    adjacente | adj. 2 g.

    Que está contíguo....


    afastado | adj.

    Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....


    Que está sempre a mudar, variável....


    Que é alto e termina em ponta (estando por isso exposto aos raios)....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    adnato | adj.

    Que parece formar parte do objeto a que está ligado....


    adoentado | adj.

    Que está um pouco doente; que apresenta leves sinais de doença....


    alcióneo | adj.

    Do alcião ou a ele relativo....


    afonsino | adj.

    Que diz respeito à primeira dinastia dos reis portugueses. (Também se diz das Ordenações publicadas por D. Afonso V.)...


    Diz-se do leão quando, no campo do escudo, se representa com as patas firmes, menos uma de diante, que está erguida na direção do corpo....


    alqueivado | adj.

    Diz-se da terra que foi posta de alqueive....


    alongado | adj.

    Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?