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    Pesquisa nas Definições por:

    DISCUTAS

    objetável | adj. 2 g.

    Que se pode objetar, discutir ou alegar em sentido contrário....


    Que gosta de peguilhar ou de discutir por coisas de pouca importância....


    versado | adj.

    Que tem prática, experiência, conhecimento....


    A torto e a direito (ex.: falar ou discutir ab hoc et ab hac é falar daquilo que se não entende)....


    Axioma jurídico que afirma que o que foi objeto de julgamento definitivo não deve ser novamente discutido, para evitar que haja recursos indefinidos até que o resultado seja o pretendido....


    abertura | n. f.

    Ato de abrir ou de se abrir....


    arena | n. f.

    Parte central do recinto onde se lidam touros....


    simpósio | n. m.

    Conjunto de trabalhos relacionados com o mesmo assunto e de autores diferentes....


    Qualidade do que é aceitável (ex.: a aceitabilidade da sentença não foi discutida)....


    colareja | n. f.

    Vendedeira de frutas e legumes nos mercados de Lisboa....


    proposição | n. f.

    Ação de propor a exame ou deliberação....


    bloga | n. f.

    Comunidade de blogues e bloguistas (ex.: a bloga é o espaço ideal para discutir sobre tudo; a bloga nacional andou muito agitada esta semana)....


    fórum | n. m.

    Praça pública, na antiga Roma....


    tiroteio | n. m.

    Conjunto de tiros de fuzilaria em que os tiros são muitos e contínuos....


    óbvio | adj. | n. m.

    Que salta à vista....


    pró-forma | n. m. | adj. 2 g. 2 núm. | adv.

    Procedimento ou ação que segue certas condições consideradas necessárias....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?