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    DEVEDORES

    reditício | adj.

    Relativo a rédito (ex.: situação reditícia do devedor)....


    débito | n. m.

    Quantia que se deve....


    deve | n. m.

    Existência (em casa comercial)....


    moratória | n. f.

    Espera ou prorrogação concedida pelo credor ao devedor....


    prorroga | n. f.

    Ato ou efeito de prorrogar....


    promissória | n. f.

    Título que representa uma quantia em depósito e no qual o depositário se confessa devedor dessa quantia....


    alienação | n. f.

    Ato ou efeito de alienar ou de se alienar....


    indúcias | n. f. pl.

    Espera concedida aos devedores (além do prazo do vencimento)....


    expromissão | n. f.

    Ato através do qual alguém se apresenta ao credor de uma dívida como substituto do devedor....


    ápoca | n. f.

    Designação jurídica de qualquer bilhete em que um devedor confessa ter recebido certa quantia e se obriga a pagá-la....


    devedor | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Que indica débito....


    credor | adj. n. m.

    A que ou a quem se deve dinheiro....


    condevedor | adj. n. m.

    Que ou quem é responsável, juntamente com outrem, por uma dívida....


    confissão | n. f.

    Revelação de culpa, do próprio delito ou de um ato reprovável....


    fiduciante | n. 2 g.

    Devedor cujo bem é propriedade de outrem, o fiduciário, até ao pagamento da dívida....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?