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    Pesquisa nas Definições por:

    CONTRATAVA-MAS

    Cláusula cuja inexecução determina a nulidade de um contrato....


    contrato | adj.

    Que sofreu contração....


    garantido | adj.

    Afiançado; cuja boa qualidade é afiançada, sob pena de rescisão do contrato de venda....


    írrito | adj.

    Que fica sem efeito ou validade....


    insipiente | adj. 2 g.

    Que nada sabe (ex.: contrataram um técnico insipiente)....


    Que estabelece vínculo com; que vincula (ex.: acordo vinculativo; contrato vinculativo)....


    Sem grandes recursos ou posses; com pouco dinheiro (ex.: as pessoas da aldeia eram pobres e viviam muito simplesmente)....


    apenado | adj.

    Castigado com pena....


    ipso jure | loc.

    Expressão usada para referir algo que resulta de um direito (ex.: a cláusula resolutória expressa tem autoridade para dissolver o contrato, ipso jure , sem depender de sentença )....


    vassálico | adj.

    Relativo a vassalo ou a vassalagem (ex.: contrato vassálico)....


    barcagem | n. f.

    Carga de um barco ou barca....


    compromisso | n. m.

    Obrigação ou promessa feita por uma ou mais pessoas....


    demissão | n. f.

    Ato ou efeito de demitir....


    futuro | adj. | n. m.

    Que há de ser, há de acontecer ou há de vir (ex.: acontecimentos futuros; gerações futuras)....


    penhor | n. m.

    Objeto de valor que se dá ou se toma para segurança de alguma dívida ou contrato....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.