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    Pesquisa nas Definições por:

    CONSIGNE-MOS

    A ignorância ou má interpretação da lei não justifica a falta do seu cumprimento nem isenta as pessoas das sanções nela estabelecidas; este aforismo vem consignado no artigo 6.º do Código Civil Português....


    roteiro | n. m.

    Livro de bordo em que se consignam todos os pormenores de uma viagem de descoberta, configuração das costas, descrição dos portos e mares, etc....


    anticrese | n. f.

    Contrato de consignação de rendimentos....


    Credor, em favor do qual se consigna rendimento....


    consignador | adj. n. m.

    Que ou aquele que consigna....


    préstamo | n. m.

    Consignação de certa quantidade de frutos ou dinheiro, imposta num terreno, a favor da Coroa ou de qualquer entidade....


    apréstamo | n. m.

    Consignação de frutos imposta numa herdade....


    Quantia depositada em cofre oficial para aplicação determinada....


    aprestamar | v. tr.

    Dar em apréstamo ou em consignação de venda....


    fasto | adj. | n. m. pl.

    Dizia-se, entre os antigos romanos, de um dia em que era permitido tratar dos negócios públicos, por oposição aos dias nefastos....


    consignar | v. tr.

    Determinar ou assinalar renda ou quantia para certa despesa ou extinção de dívida....


    rubrica | n. f.

    Argila avermelhada....




    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.