Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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rubricarubrica | s. f.
3ª pess. sing. pres. ind. de rubricarrubricar
2ª pess. sing. imp. de rubricarrubricar
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ru·bri·ca |brí| ru·bri·ca |brí|
(latim rubrica, -ae, ocre vermelho, tinta vermelha, lei)
substantivo feminino

1. Argila avermelhada. = ALMAGRE

2. Letra ou linha inicial de um capítulo escrita em vermelho, em códices antigos.

3. [Religião]   [Religião]  Nota em letra vermelha nos breviários, missais, etc.

4. Título dos capítulos de livros de direito.

5. Nota ou apontamento.

6. Assinatura curta ou abreviada.

7. Cifra que muitas pessoas fazem no fim dos seus nomes.

8. Parte ou secção regular de uma programa ou publicação, geralmente temática.

9. [Cinema, Teatro, Televisão]   [Cinema, Teatro, Televisão]  Indicação dos movimentos e gestos dos actores, consignado nos respectivos papéis.

10. [Música]   [Música]  Indicação de como deve ser executada uma peça musical.


Ver também dúvida linguística: pronúncia de rubrica.

ru·bri·car ru·bri·car - ConjugarConjugar
(rubrica + -ar)
verbo transitivo

1. Pôr rubrica em.

2. Firmar, assinar.

3. Assinalar.


Ver também dúvida linguística: pronúncia de rubrica.
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Dúvidas linguísticas


Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
(1) Trar-se-ão a Portugal.
ou
(2) Trazer-se-ão a Portugal.
Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.
O verbo trazer é irregular, nomeadamente, para o caso que nos interessa, nas formas do futuro do indicativo: trará, trarás, traremos, trareis, trarão (se se tratasse de um verbo regular, as formas seriam *trazerei, ..., *trazerão [o asterisco indica forma incorrecta]).

Quando é necessário utilizar um pronome pessoal átono (ex.: me, o, se) nas formas do futuro do indicativo (ex.: telefonará) ou do condicional (ex.: encontraria), este pronome é inserido entre o radical e a desinência do verbo (ex.: telefonará + me = telefonar-me-á; encontraria + o = encontrá-lo-ia).

Como se trata da flexão irregular trarão, a forma correcta com o pronome deverá ser trar-se-ão e não *trazer-se-ão, que é uma forma incorrecta.




Seria possível esclarecerem-me quanto à seguinte dúvida? Diz-se impresso / imprimido? E morto / morrido / matado?
Sei que só se pode usar cada uma das conjugações com uma forma dos verbos ser / estar / ter (este último não tenho a certeza). Com quais formas posso usar? Qual a regra gramatical?
Apesar de desconhecida por grande parte dos falantes, existe uma regra que estipula que os particípios irregulares (ex.: impresso, morto, pago, salvo) devem ser utilizados com os verbos ser e estar (ex.: o documento foi impresso e ele foi morto) e os regulares (geralmente terminados em -ado ou -ido) com os verbos ter e haver (ex.: ela tinha imprimido o documento e ele disse que tinha matado o coelho). Citando Lindley Cintra e Celso Cunha, “de regra, a forma regular emprega-se na constituição dos tempos compostos da VOZ ACTIVA, isto é, acompanhada dos auxiliares ter ou haver; a irregular usa-se, de preferência, na formação dos tempos da VOZ PASSIVA, ou seja acompanhada do auxiliar ser.” *

No entanto, verifica-se uma tendência para o uso exclusivo de uma das formas do particípio, como é o caso de pago, ganho, gasto e entregue, que se utilizam com qualquer um dos verbos auxiliares, em detrimento da existência de formas participiais regulares (ex.: tinha entregue a encomenda, eles têm gasto muito dinheiro, etc.).

Existe uma falta de concordância entre obras lexicográficas no que diz respeito a esta questão. Se há autores que registam certos verbos como detentores de duplos particípios, outros, para os mesmos verbos, registam apenas as formas regulares. É o caso, por exemplo, de exaurir. Alguns autores referem exausto e exaurido como particípio de exaurir, mas outros registam apenas a segunda forma.

No que diz respeito aos particípios morto, morrido e matado, estes não são todos referentes ao mesmo verbo. Morto e matado são particípios de matar (ex.: ele foi morto pelo exército inimigo e ela tinha matado a mosca); morrido é particípio de morrer (ex.: tinha morrido há mais de dois anos).

* Cunha, Celso, Lindley Cintra, Nova Gramática do Português, 14.ª ed., Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, p. 441. A regra prevê, no entanto, excepções, como no caso do verbo imprimir: “Imprimir possui duplo particípio quando significa «estampar», «gravar». Na acepção de «produzir movimento», «infundir», usa-se apenas o particípio em -ido. Dir-se-á, por exemplo: Este livro foi impresso em Portugal. Mas, por outro lado: Foi imprimida enorme velocidade ao carro." (Celso Cunha & Lindley Cintra, Op. cit., p. 442).

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Palavra do dia

con·coc·tor |ô| con·coc·tor |ô|
(latim concoctus, -a, -um, particípio passado de concoquo, -ere, cozer juntamente; digerir + -or)
adjectivo
adjetivo

1. Que facilita a digestão.

2. Relativo a concocção ou a digestão. = CONCOCTIVO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/rubrica [consultado em 29-05-2020]