PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    CENSURE-TO

    censório | adj.

    Do censor ou da censura....


    espurco | adj.

    Que apresenta sujidade ou pouca higiene (ex.: calçada espurca)....


    indiferente | adj. 2 g.

    Que tem ou manifesta indiferença....


    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    Diz-se de um crítico amável que pode atacar, censurar, até motejar, sorrindo sempre....


    A fome tem obrigado muita gente ao atropelo do direito e da justiça, e a procurar ações censuráveis ou indignas ou que ofendem terceiros....


    Fórmula de licença que se costuma imprimir nos livros submetidos à censura eclesiástica....


    deslambido | adj.

    Que não tem pudor vergonha, geralmente de atos censuráveis....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    reproche | n. m.

    Exprobração; censura....


    reprovação | n. f.

    Ato ou efeito de reprovar; rejeição....


    zagunchada | n. f.

    Ferimento produzido por zaguncho....


    autocensura | n. f.

    Censura feita pelo próprio indivíduo....


    baixinho | adj. | n. m. | adv.

    Que é muito baixo....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?