PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    BEBES-TOS

    Relativo a energia (ex.: economia energética; fontes energéticas)....


    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    isotónico | adj.

    Que tem a mesma concentração molecular, e, por consequência, o mesmo poder osmótico....


    marrado | adj.

    Diz-se do vinho que se toldou na vasilha, tornando-se impróprio para beber....


    molecular | adj. 2 g.

    Que tem moléculas....


    rabaceiro | adj.

    Que gosta muito de fruta; que come fruta verde ou ordinária....


    sóbrio | adj.

    Que é moderado no comer, no beber, e em geral em todos os apetites sensuais....


    sôfrego | adj.

    Que come ou bebe com avidez....


    bon vivant | loc.

    Indivíduo jovial e apreciador das coisas boas da vida, sobretudo comida e bebida....


    quod ore | loc.

    Palavras que o sacerdote profere, na Missa Romana, ao esgotar o cálice, e são em linguagem popular empregadas substantivamente como pequena porção de comida ou bebida que se tomou ou vai tomar....


    absinto | n. m.

    Nome de algumas plantas asteráceas, amargas e aromáticas....


    aluá | n. m.

    Bebida não alcoólica, feita a partir da fermentação de farinha de arroz ou de milho, cascas de abacaxi, açúcar e sumo de limão....


    arga | n. f.

    Fruto africano....


    barman | n. m.

    Empregado de bar que serve ao balcão as bebidas que prepara....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra perfuctório pode ser flexionada como? Perfunctoriedade, perfunctoricismo ou perfunctorabilidade? Ou seja, existe como flexioná-la?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.