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    Pesquisa nas Definições por:

    Atesto-To

    periciamento | n. m.

    Ato ou efeito de submeter à análise ou ao exame de um perito (ex.: periciamento de atestado médico; periciamento de veículos)....


    atestado | adj. | n. m.

    Cheio até cima, falando-se de vasilha....


    atestador | n. m.

    Vasilha com que se atestam tonéis e pipas....


    atesto | n. m.

    Atestadura....


    vidimus | n. m.

    Atestado que começa pela palavra vidimus e que certifica que um ato foi cotejado e encontrado conforme o original (ex.: dar um vidimus)....


    certidão | n. f.

    Documento em que se certifica o que consta....


    atestante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou pessoa que atesta ou passa atestados....


    atestar | v. tr.

    Passar atestado ou afirmar de forma oficial (ex.: o laudo pericial atesta as lesões corporais)....


    atestar | v. tr. e pron.

    Ficar frente a frente (ex.: atestou um adversário de respeito; nunca se atestaram antes)....


    atestar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. pron.

    Acabar de encher até ao testo ou até cima algo que já está quase cheio (ex.: encher a vasilha)....


    fatura | n. f.

    Conta das mercadorias que se entregam e das despesas acessórias....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?