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    Pesquisa nas Definições por:

    Acomodei-lhas

    barcarola | n. f.

    Canção de barqueiros italianos, em especial de gondoleiros venezianos....


    Composição poética de Anacreonte ou acomodada ao gosto dele....


    tessitura | n. f.

    Disposição das notas musicais para se acomodarem a certa voz ou instrumento....


    boceteira | n. f.

    Vendedora ambulante de miudezas e rendas acomodadas em caixas vulgarmente chamadas bocetas....


    Ato ou efeito de reacomodar ou de se reacomodar; nova acomodação....


    Espécie de estojo em que se acomoda o relógio, quando se não traz na algibeira....


    porta-toalhas | n. m. 2 núm.

    Cabide ou suporte para acomodar toalhas nos lavabos e casas de banho....


    Qualidade do que é benévolo ou benevolente....


    acomodação | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de acomodar; colocação, emprego; adaptação; conciliação....


    aboletar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Alojar por meio de boleto; aquartelar soldados em casas particulares....


    acomodar | v. tr. | v. pron.

    Arrumar ou dispor com ordem e caráter de permanência....


    aconchegar | v. tr. | v. pron.

    Chegar (umas coisas para junto de outras)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?