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    Pesquisa nas Definições por:

    APEGARAM-TAS

    Agarrado, apegado, como carraça....


    aferrado | adj.

    Preso com ferro, ancorado....


    apegadiço | adj.

    Que se apega facilmente; viscoso....


    guardonho | adj.

    Que é muito apegado ao dinheiro ou que gasta pouco....


    sorrelfo | adj.

    Que não mostra o seu lado verdadeiro....


    futre | n. m.

    Indivíduo muito apegado ao dinheiro....


    modernice | n. f.

    Qualidade do que é moderno....


    integrismo | n. m.

    Atitude de rejeição relativamente a qualquer alteração aos princípios de um sistema....


    adesivo | adj. | n. m.

    Que indica ou promove adesão; que é suscetível de adesão....


    filargíria | n. f.

    Apego excessivo ou sórdido ao dinheiro para o acumular....


    fixação | n. f.

    Ato ou efeito de fixar, de estabelecer: A fixação de uma data, de um preço....


    ritualismo | n. m.

    Apego ao ritual ou às cerimónias....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?