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    Pesquisa nas Definições por:

    ANSIAMOS-TO

    anelo | n. m.

    Desejo ardente ou intenso....


    anseio | n. m.

    Ação de ansiar....


    ânsia | n. f.

    Perturbação acompanhada por dificuldade em respirar....


    flato | n. m.

    Gás expelido do intestino pelo ânus....


    apetência | n. f.

    Desejo, vontade (ex.: estudo aponta apetências diversificadas dos consumidores)....


    desidério | n. m.

    Aquilo que se deseja ou que se pretende alcançar ou conseguir (ex.: esta é a concretização desse desidério)....


    ansiar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Desejar veementemente....


    navelar | v. intr.

    Querer, desejar muito (ex.: estou a navelar rebuçados)....


    palpitar | v. intr. | v. tr. | v. tr. e intr.

    Sentir ou ter palpitações ou frémitos (ex.: com o cansaço, as veias do pescoço palpitavam)....


    arquejar | v. intr.

    Respirar a custo....


    estivar | v. intr.

    Passar a estação do verão em determinado lugar, geralmente um lugar mais fresco (ex.: ansiavam pelas férias para estivarem)....


    anelar | v. tr.

    Respirar com dificuldade....


    pretensão | n. f.

    Ato ou efeito de pretender....


    almejo | n. m.

    Ato ou efeito de almejar....


    piançar | v. tr.

    Desejar ardentemente....


    anélito | n. m.

    Ar expirado na respiração....



    Dúvidas linguísticas


    Será que existe o plural de arroz em arrozes? Será que se emprega?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.