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    Pesquisa nas Definições por:

    ALIVIAMOS-TA

    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    Que desopila; que remove desopilação....


    alívio | n. m.

    Ato ou efeito de aliviar....


    disquezia | n. f.

    Dificuldade em evacuar....


    hematoquezia | n. f.

    Presença de sangue vermelho vivo nas fezes....


    fasciotomia | n. f.

    Incisão numa fáscia para aliviar a pressão neurovascular....


    babalaza | n. f.

    Mal-estar causado pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas (ex.: água de coco alivia a babalaza)....


    fome | n. f.

    Grande vontade de comer; urgência de alimento (ex.: almocei bem, não tenho fome)....


    láudano | n. m.

    Substância cuja base é o ópio, usado para acalmar ou sedar....


    lenitivo | adj. | n. m.

    Que acalma, que adoça....


    apisto | n. m.

    Alimento líquido ou triturado que se dá aos doentes....


    frescor | n. m.

    Qualidade do que é ou está fresco....


    refrigério | n. m.

    Alívio, conforto ou sensação agradável que se sente com o que é fresco....


    aliviador | adj. n. m.

    Que ou o que alivia....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?