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    traindo-to

    Que encerra traição, traiçoeiro; aleivoso....


    chibarro | n. m.

    Pequeno bode castrado....


    perfídia | n. f.

    Qualidade do que é pérfido....


    sobressalto | n. m.

    Assalto repentino, acometimento imprevisto....


    crocodilagem | n. f.

    Ato ou comportamento desonesto, falso....


    engano | n. m.

    Ato ou efeito de enganar....


    judas | n. m. 2 núm.

    Traidor ou falso amigo....


    ursada | n. f.

    Traição ou mau procedimento (sobretudo da parte de amigo)....


    cilada | n. f.

    Emboscada armada a pessoa a quem se engana para a atrair a ela....


    emboscada | n. f.

    Espera para atacar de improviso quem passa....


    entrega | n. f.

    Ato de entregar....


    xavier | n. f. | n. m. | adj. 2 g.

    Variedade de manga trazida da Índia....


    cabrão | n. m.

    Macho da cabra....


    contramina | n. f.

    Caminho subterrâneo para descobrir a mina do inimigo....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar a locução "bem como" num período longo, a vírgula virá antes ou depois da locução? Ela dá a idéia de uma pausa sonora no período?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?