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imobilizares

abraço | n. m.

Acto de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


Acto ou efeito de imobilizar ou imobilizar-se....


laqueário | n. m.

Gladiador que, na arena, armado de uma corda com nó corredio, procurava imobilizar o adversário, na Roma antiga....


manápula | n. f.

Mão grande, grossa ou malfeita....


estupor | n. m.

Entorpecimento patológico das faculdades intelectuais, acompanhado de alterações motoras e sensitivas....


freio | n. m.

Peça de metal que se mete na boca das cavalgaduras para as guiar....


travão | n. m.

Peia, trava ou cadeia para travar bestas....


golpe | n. m.

Movimento de um corpo que choca com outro....


ajuda | n. f. | n. m.

Acto de ajudar....


goteira | n. f.

Extremidade da telha por onde cai a água do telhado....


entecar | v. intr. e pron.

Ficar doente....


pisca | n. f.

Grão miúdo, coisa mínima, chispa, patavina, nada....


mobilizar | v. tr. e pron.

Pôr(-se) em movimento....


livre | adj. 2 g. | adv. | n. m.

Que goza de liberdade....


tiro | n. m.

Acto ou efeito de atirar....



Dúvidas linguísticas



Diz-se o meu cabelo foi corto ou o meu cabelo foi cortado?
O verbo cortar apenas admite o particípio passado cortado, pelo que, das frases que refere, a única correcta é o meu cabelo foi cortado.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.


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