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    tonsurei-mos

    tonsura | n. f.

    Ato ou efeito de tonsurar....


    carola | n. m. | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Indivíduo que tem tonsura na cabeça....


    cercilhar | v. tr.

    Abrir o cercilho a; praticar a cerimónia de tonsura em....


    tonsurar | v. tr.

    Cortar rente a lã ou o pelo de....


    tonsar | v. tr.

    Cortar rente a lã ou o pelo de....


    solidéu | n. m.

    Pequeno barrete usado por alguns eclesiásticos católicos para cobrir a tonsura ou o alto da cabeça (ex.: solidéu cardinalício, solidéu episcopal; solidéu papal)....


    tosquiar | v. tr.

    Cortar rente a lã ou o pelo de....


    coroa | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g. | n. f. pl.

    Distintivo de soberania ou de nobreza destinado a ornar a cabeça....


    cercilho | n. m.

    Corte arredondado dos cabelos no topo da cabeça, usado por clérigos....



    Dúvidas linguísticas


    Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


    Qual destas frases está correcta: «Ele assegurou-me que viria» ou «Ele assegurou-me de que viria»? Li que o verbo "assegurar" é regido pela preposição "de" quando é conjugado pronominalmente; no entanto, só me soa bem dessa forma quando ele é conjugado reflexivamente, como em "Eles asseguraram-se de que não eram seguidos". Afinal, como é que é? Obrigada.