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    Pesquisa nas Definições por:

    professorem-to

    e | conj. coord.

    Usa-se para ligar por coordenação constituintes ou frases (ex.: comprou uma camisa e uma saia; bandeira azul e branca; entrou e saiu)....


    emérito | adj.

    Que se reformou ou aposentou, mantendo ainda algumas funções e regalias inerentes ao cargo (ex.: bispo emérito)....


    academia | n. f.

    Sociedade, pública ou privada, de caráter artístico, científico ou literário....


    escola | n. f.

    Estabelecimento de ensino....


    heutagogia | n. f.

    Conjunto de métodos para aprender por si, sem recurso a professores....


    professorado | n. m.

    Exercício da profissão de professor....


    Estudante que se acha prestes a concluir o curso de professorado....


    evicção | n. f.

    Ato de desapossar do que foi ilegitimamente adquirido....


    mestra | n. f.

    Mulher que ensina, geralmente crianças....


    mestrança | n. f.

    Conjunto dos mestres que trabalham num estaleiro ou num arsenal marítimo....


    negativa | n. f.

    Ato ou efeito de negar....


    porreta | n. f. | interj. | adj. 2 g.

    Maço de ferro; marreta....


    toga | n. f.

    Espécie de capa usada na antiguidade romana, que deixava geralmente coberto o braço esquerdo....


    quincas | n. m. 2 núm.

    Homem casado com uma professora....


    certo | adj. | det. indef. | n. m. | adv.

    Em que não há erro; que corresponde à verdade (ex.: o que ele disse estava certo)....


    sabática | n. f.

    Dispensa concedida a professores, que permite interrupção temporária das atividades docentes e é destinada a investigação ou formação....



    Dúvidas linguísticas


    Ao utilizar um parafuso sobre uma rosca, de maneira indevida ou forçada, ocorre um desgaste ou mesmo uma inutilização desta rosca. Sempre utilizei e ouvi o termo "espanar" a rosca. O termo está incorreto?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.