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Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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escola

escolaescola | n. f.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

es·co·la |ó|es·co·la |ó|


(latim schola, -ae, ócio dedicado ao estudo, ocupação literária, lição, curso, lugar onde se ensina)
nome feminino

1. Estabelecimento de ensino.

2. Conjunto formado pelo professor e pelos discípulos.

3. Os professores.

4. Os discípulos.

5. Doutrina, sistema.

6. Seita.

7. Aprendizagem, ensino, tirocínio.

8. Método e estilo de um autor, de um artista.

9. Processos seguidos pelos grandes mestres.


escola profissional
Estabelecimento de ensino técnico que prepara para diversos ofícios.

fazer escola
Definir princípios que outros depois seguem.

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Dúvidas linguísticas


Tenho algumas dúvidas relativamente à posição do pronome nas seguintes estruturas gramaticais, deve dizer-se: a) gostava de o ver ou gostava de vê-lo; b) tenho o prazer de o convidar ou tenho o prazer de convidá-lo?
Nas frases apontadas, ambas as hipóteses podem ser utilizadas e nenhuma delas é considerada incorrecta. Nas hipóteses gostava de vê-lo e tenho o prazer de convidá-lo, o pronome átono o ocupa a sua posição canónica, à direita do verbo de que depende (ver e convidar, respectivamente), mas, na colocação dos clíticos, as preposições provocam geralmente a próclise, isto é, a atracção do clítico para antes do verbo (gostava de o ver e tenho o prazer de o convidar). Esta colocação proclítica é, no entanto, obrigatória quando o verbo está no infinitivo flexionado (ex.: Empresto-te o livro, mas é para o leres com atenção; Ele indignou-se por lhe omitirmos informação; e nunca *Empresto-te o livro, mas é para lere-lo com atenção; *Ele indignou-se por omitirmos-lhe informação; o asterisco indica agramaticalidade).

A descrição feita acima não se aplica à preposição a, com a qual não há geralmente atracção do clítico (ex.: Eles estavam a insultar-se; Aconselhei as crianças a reconciliarem-se; e não *Eles estavam a se insultar; Aconselhei as crianças a se reconciliarem), senão em registos dialectais do português europeu e, mais frequentemente, no português do Brasil.




Ao considerar a palavra Aristo uma palavra do dicionário português (honra seja feita à marca austríaca desde 1862) não estamos a incorrer no erro de usar uma marca para definir algo? Imaginem: Em vez de significado de gasosa com sabor a cola, usarmos uma das marcas que exstem no mercado. Ainda mais injusto quando uma das referências que existe é: ... aristo tipo"rotring" ... (Rötring, como sabemos outra marca, desta vez alemã).
No Dicionário Priberam (e nos dicionários gerais de língua) são registadas como entradas palavras de uso corrente. A lexicalização de nomes próprios, nomeadamente de marcas comerciais, é um fenómeno linguístico e acontece por uma derivação metonímica, nomeadamente quando uma marca passou a designar genericamente objectos análogos.
São exemplos deste fenómeno palavras como cotonete, creolina, gilete, jipe, licra, rímel, roscofe, velcro ou vespa, entre outros, e também o caso de aristo (ex.: a lista de material escolar inclui um aristo; secção de réguas, esquadros, aristos e transferidores). Não é exclusivo do português e pode assumir comportamento diferente mesmo dentro da mesma língua (por exemplo, esferovite/isopor, respectivamente no português de Portugal/português do Brasil).
Nesses casos, a palavra é registada no Dicionário Priberam com minúscula e na etimologia da palavra é referida como marca registada a palavra da qual derivou, na sua grafia original, geralmente com maiúscula inicial (como é o caso de Aristo). A lexicalização de uma marca é um critério seguido pela tradição lexicográfica para a sua dicionarização e são excluídos juízos de valor, mas é claro que cada falante ou utilizador da língua faz as suas escolhas, consoante as suas preferências ou conveniências ou o seu conhecimento linguístico, e poderá sempre optar por outra palavra que não tenha esta origem.

Como curiosidade, podemos referir que no Dicionário Priberam, no espaço de um ano (entre Julho de 2020 e Julho de 2021), foram feitas cerca de 1650 pesquisas por aristo, tendo mais de um quinto destas pesquisas sido feitas em Setembro de 2020, correspondendo ao início do ano escolar.

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Palavra do dia

cor·mo·rão cor·mo·rão


(francês cormoran)
nome masculino

[Ornitologia]   [Ornitologia]  Designação dada a várias aves aquáticas do género Phalacrocorax, de plumagem negra ou acinzentada, pescoço longo, bico comprido e recurvado e patas curtas, do tamanho aproximado de um pato. = BIGUÁ, CORVO-MARINHO, GALHETA

Plural: cormorões.Plural: cormorões.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/escola [consultado em 03-07-2022]