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    pegando

    caudínamo | adj.

    Que se serve da cauda para pegar nos objetos....


    junto | adj. | adv.

    Que se juntou; que está em contacto físico com (ex.: tinha de ter as mãos juntas para o jogo)....


    pegadiço | adj.

    Que se cola ou pega facilmente....


    pegado | adj.

    Aglutinado, colado....


    pejado | adj.

    Cheio; carregado....


    víscido | adj.

    Que tem visco ou viscosidade....


    Divisa do cidadão que serve o seu país em tempo de guerra, pegando em armas, e no tempo de paz entregando-se à agricultura....


    abismo | n. m.

    Grande profundidade que se supõe insondável e tenebrosa....


    chocalho | n. m.

    Campainha ou sino que se põe ao pescoço dos bois, cabras, etc....


    chávena | n. f.

    Recipiente com uma pega, onde se serve leite, chá ou qualquer outra bebida....


    pegadeira | n. f.

    Parte por onde se pegam ou fazem mover alguns aparelhos....


    pegadouro | n. m.

    Parte de um objeto ou utensílio por onde se lhe pega....


    pegas | n. m. 2 núm.

    Advogado rábula, chicaneiro....



    Dúvidas linguísticas


    Poderiam fazer o favor de me informar sobre o que significa politólogo?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?