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    juncais-te

    ciperáceo | adj.

    Relativo ou semelhante à junça....


    espadanado | adj.

    Que sai como espadana; juncado de espadanas....


    semeado | adj.

    Em que se lançaram sementes....


    juncada | n. f.

    Pancada dada com um junco....


    junco | n. m.

    Género de juncáceas, de hastes direitas e flexíveis, que cresce na água e nos sítios húmidos....


    arumã | n. m.

    Espécie de junco com que se fazem paneiros, balaios, etc....


    esquenanto | n. m.

    Planta poácea, aromática e medicinal da Índia e da Arábia....


    esteira | n. f.

    Tecido grosseiro de esparto, junco, palha, tabuinhas, etc....


    rotim | n. m.

    Espécie de palmeira da Índia....


    rota | n. f.

    Espécie de junco ou cipó de cujas fibras se fazem velas e esteiras....


    alcarapa | n. f.

    Resíduo do enxofre com que se aclara o junco das esteiras....


    canafístula | n. f.

    Planta arbórea (Cassia fistula) da família das leguminosas faseoláceas, usada com fins medicinais....


    cânula | n. f.

    Tubo de vários instrumentos cirúrgicos....


    cirpo | n. m.

    Planta ciperácea parecida ao junco....


    rabijunco | n. m.

    Ave palmípede (Anas acuta) da família dos anatídeos, invernante, de asas longas e cauda afilada....


    sémnio | n. m.

    Planta odorífera, espécie de junco....


    caimão | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....


    alquimão | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....


    alquimã | n. m.

    Ave pernalta (Porphyrio porphyrio) da família dos ralídeos, de plumagem azul e bico e patas vermelhas....



    Dúvidas linguísticas


    Como devo passar para o discurso indirecto a frase: Eu chamo-me Paula. Discurso indirecto: Ela disse que se chamava Paula? ou Ela disse que se chama Paula?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.