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gestares

acolá | adv.

Além (no lugar que se indica com o gesto), naquele lugar....


gestual | adj. 2 g.

Relativo aos gestos....


requebrado | adj.

Lascivo; lânguido; amoroso....


Que reprova ou exprime reprovação (ex.: gesto reprovativo; olhar reprovativo)....


beijo | n. m.

Toque de lábios, pressionando ou fazendo leve sucção, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


expressiva | n. f.

Expressão acompanhada de gesto....


Tendência literária e artística caracterizada por um gesto sistemático pela representação da miséria humana....


momice | n. f.

Gesto ou trejeito ridículo, trocista....


moganguice | n. f.

Gesto ou trejeito ridículo, trocista....


palicinesia | n. f.

Repetição involuntária do mesmo gesto que se observa sobretudo nas demências orgânicas....


sinalefa | n. f.

Reunião de duas sílabas numa só por sinérese, crase ou elisão....


xibolete | n. m.

Sinal ou gesto combinado....


ademane | n. m.

Gesto feito com as mãos para expressar algo. (Mais usado no plural.)...


ademã | n. m.

Gesto feito com as mãos para expressar algo. (Mais usado no plural.)...


ameaça | n. f.

Palavra ou gesto que anuncia a alguém o mal que lhe queremos fazer....


accionado | n. m.

Gesto, sinal gesticulado....


carinho | n. m.

Demonstração cativante de amor ou benevolência....



Dúvidas linguísticas



Como é correcto? Junta de Freguesia do Samouco ou Junta de Freguesia de Samouco?
A utilização do topónimo Samouco com o artigo definido (ex.: Junta de Freguesia do Samouco) parece ser bastante mais frequente do que a sua utilização sem artigo (ex.: Junta de Freguesia de Samouco), a avaliar por pesquisas em corpora e motores de busca da Internet, o que se poderá explicar pelo facto de o topónimo ter origem no nome comum samouco.



Qual a função sintáctica de «a médico, confessor e advogado» na frase «a médico, confessor e advogado nunca enganes»: A. complemento indirecto B. complemento directo C. sujeito
A frase que refere é em tudo semelhante à que é apresentada na Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra (Lisboa: Ed. João Sá da Costa, 1998, 14.ª ed., p. 143), como exemplo de uma frase com objecto (ou complemento) directo preposicionado. O constituinte sintáctico a médico, confessor e advogado desempenha aqui a função de complemento directo, ainda que preposicionado, pois, se por regra o complemento directo não é introduzido por preposição, neste caso, e segundo a mesma gramática, “o emprego da preposição não obrigatória transmite à relação um vigor novo, pois o reforço que advém do conteúdo significativo da preposição é sempre um elemento intensificador e clarificador da relação verbo-objecto” (p. 555). Os complementos directos preposicionados contêm normalmente a preposição a e são estruturas algo raras na língua actual; têm como principal função a desambiguação dos constituintes, especialmente quando há inversão da ordem canónica ou elisão do verbo (ex.: ao médico enganou o rapaz e ao confessor a rapariga), ou a ênfase de um constituinte, normalmente em estruturas ligadas a verbos como adorar, amar, bendizer, estimar (ex.: os crentes amam a Deus; estima muito aos teus pais).

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