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festinha

A forma festinhapode ser [derivação feminino singular de festafesta] ou [nome feminino].

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festinhafestinha
( fes·ti·nha

fes·ti·nha

)


nome feminino

1. Pequena festa.

2. [Informal] [Informal] Gesto ou demonstração de um sentimento de ternura ou de afecto. = FESTA

etimologiaOrigem etimológica:festa + -inha, feminino de -inho.
festafesta
|é| |é|
( fes·ta

fes·ta

)


nome feminino

1. Reunião em que há regozijo.

2. Dia de comemoração.

3. [Religião] [Religião] Dia santificado; função religiosa com que se celebra um dia santificado.

4. [Figurado] [Figurado] Alegria, regozijo.

5. [Informal] [Informal] Gesto ou demonstração de um sentimento de ternura ou de afecto (ex.: fez muitas festas ao avô). = AFAGO, CARÍCIA, CARINHO, FESTINHA, MIMO

6. Bom acolhimento.

7. Trabalheira, cuidados.

festas


nome feminino plural

8. Conjunto das comemorações do Natal e do Ano Novo.


festa brava

Espectáculo que decorre num recinto público cercado, no qual toureiros e cavaleiros incitam um touro bravo a lutar até à morte, que pode ou não acontecer na arena. = CORRIDA DE TOUROS, TOURADA

festas móveis

Aquelas cuja data da sua celebração muda todos os anos, como a Páscoa, por exemplo.

festas ocorrentes

As que caem no mesmo dia.

ajudar à festa

[Informal] [Informal] Expressão usada para acrescentar algo a um estado ou situação que por si só já seria suficiente (ex.: para ajudar à festa, o líder do partido demitiu-se; a falta de diálogo também não ajuda à festa).

etimologiaOrigem etimológica:latim festa, plural neutro de festum, -i.

Auxiliares de tradução

Traduzir "festinha" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Gostava de saber o grau superlativo absoluto sintético das seguintes palavras: velho, esperto, forte e mau.
Os adjectivos velho, esperto, forte e mau flexionam no grau superlativo absoluto sintético como velhíssimo, espertíssimo, fortíssimo e malíssimo/péssimo, respectivamente.



Em palavras como emagrecer e engordar as terminações -er e -ar são sufixos ou desinências verbais de infinitivo? Se são o último caso, essas palavras não podem ser consideradas derivações parassintéticas...ou podem?
As terminações verbais -er e -ar são compostas pela junção de -e- (vogal temática da 2.ª conjugação) ou -a- (vogal temática da 1.ª conjugação), respectivamente, à desinência de infinitivo -r. Destas duas terminações, apenas -ar corresponde a um sufixo, pois no português actual usa-se -ar para formar novos verbos a partir de outras palavras, normalmente de adjectivos ou de substantivos, mas não se usa -er. Apesar de os sufixos de verbalização serem sobretudo da primeira conjugação (ex.: -ear em sortear, -ejar em relampaguejar, -izar em modernizar, -icar em adocicar, -entar em aviventar), há alguns sufixos verbais da segunda conjugação, como -ecer. Este sufixo não entra na formação do verbo emagrecer, mas entra na etimologia de outros verbos formados por sufixação (ex.: escurecer, favorecer, fortalecer, obscurecer, robustecer, vermelhecer) ou por prefixação e sufixação simultâneas (ex.: abastecer, abolorecer, amadurecer, empobrecer, engrandecer, esclarecer).

Dos verbos que menciona, apenas engordar pode ser claramente considerado derivação parassintética, uma vez que resulta de prefixação e sufixação simultâneas: en- + gord(o) + -ar. O verbo emagrecer deriva do latim emacrescere e não da aposição de prefixo e sufixo ao adjectivo magro.