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    ZURRASSE-NOS

    orneio | n. m.

    Grito produzido pelo burro....


    ornejo | n. m.

    Grito produzido pelo burro....


    zurraria | n. f.

    Quantidade de zurros simultâneos....


    zurrador | adj. n. m.

    Que ou animal que zurra....


    rebusnar | v. intr.

    Emitir zurros (o burro)....


    surrar | v. tr. | v. pron.

    Tirar o pelo às peles e limpar-lhes o carnaz....


    zurre | interj.

    Voz imperativa para fazer sair....


    zirro | n. m.

    Gaivão....


    azurrar | v. intr.

    Emitir, o burro, zurros....


    zurrar | v. intr. | v. tr.

    Emitir, o burro, zurros....


    zorro | n. m. | adj.

    Raposo....


    zornar | v. intr.

    Emitir zurros (ex.: o burro zornava)....


    ornear | v. intr.

    Emitir zurros (o burro)....


    ornejar | v. intr.

    Ornear; zurrar....


    zurro | n. m.

    Grito produzido pelo burro....



    Dúvidas linguísticas


    Qual a forma correcta 'Estive na Quarteira' ou 'Estive em Quarteira'?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?