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    retive-a

    Para compreender e reter na memória um texto, escrevê-lo equivale a lê-lo duas vezes....


    Que não tem afinidade com os óleos ou que não absorve nem retém os óleos ou as gorduras (ex.: material oleofóbico)....


    basta | n. f.

    Cada um dos pontos (guita e rodela de pano ou fios de lã) que atravessam o colchão ou a almofada para reterem o enchimento....


    penso | n. m. | adj.

    Tratamento de comida, limpeza, etc., que se faz a crianças....


    Faculdade de reter e reproduzir conhecimentos adquiridos....


    acromatina | n. f.

    Substância do núcleo das células ou plastídios que não retém os reativos corantes....


    bombeiro | n. m.

    Indivíduo do corpo especializado em extinção de incêndios ou em apoio a acidentes....


    adsorção | n. f.

    Processo pelo qual moléculas ou iões de um fluido são atraídos ou retidos numa superfície sólida....


    isquidrose | n. f.

    Ausência ou supressão do suor....


    meiofauna | n. f.

    Conjunto de animais invertebrados de dimensão microscópica que vivem geralmente nos fundos dos meios aquáticos e cujo tamanho pode ser determinado pelos organismos que passam por uma malha de 1 milímetro de abertura e ficam retidos numa de 0,04 milímetros (ex.: meiofauna marinha)....


    lembradura | n. f.

    Ato ou efeito de lembrar ou de se lembrar....


    coveiro | n. m.

    Pessoa que abre as covas no cemitério....


    levada | n. f.

    Ato de levar....


    cabresteira | n. f.

    Pedaço da amarra que serve para reter o navio....


    espartão | n. m.

    Tecido de esparto que, encostado aos fueiros de um carro de tração animal, retém a carrada ou a carga....


    ingrato | adj. | n. m.

    Falto de gratidão; não agradecido aos favores ou benefícios....



    Dúvidas linguísticas


    A expressão "para inglês ver", utilizada no Brasil, tem o sentido de algo que é feito apenas para atender uma formalidade, sem funcionar na prática, ou significa algo que tem ares de perfeição, de excelência na sua qualidade?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?